f

Translate

O que procura pesquise aqui.

Carregando...

sábado, 25 de julho de 2015

REFLEXÃO SOBRE O FILME SEU NOME É JONAS.

Introdução

       O filme E seu nome é Jonas, foi um filme com lançamento no ano de 1979 nos Estados Unidos .Enfatiza muitos dos conflitos que existe na sociedade,podendo ser considerado um filme recente, pois o mesmo mostra as grandes dificuldades que um surdo e também sua família enfretava algum tempo atrás diante da sociedade por não entenderem o universo da pessoa surda e que eles também  era um humano e precisava ser entendido.



Desenvolvimento



        Podemos fazer uma análise, como as pessoas que sofre algum tipo de deficiência passam por serias dificuldades,o filme conta a história de um menino, que teve sua infância roubada por pura ignorância da época, pois podemos fazer uma rápida comparação do puro oralismo que ocorreu por volta da idade média tempo, muito dificil para as famílias que teve seus filhos com deficiência autiva com um grau severo .
                                       

           Sim podemos observar o quanto aquela mãe Sr.Rorelly lutara para seu filho tivesse um diagnóstico exato, nem os próprios médicos sabiam o que era ser surdo, traçando um perfil de criança retardada, o qual a mãe tinha certeza que seu filho não podia ouvir e nem ser entendido pela sociedade, mas era uma criança como qualquer outro ser humano.Para os intelectos da época decáda de 70 eles pregavam a possibilidade de transformar o surdo em ouvinte, achava-se que com a educação formada na repetição de palavras eles teriam que aprender a falar, momento do filme a qual, podemos nos indgnar, mas para a época eram o que eles acreditavam que daria certo. Mas notamos ali, que no meio de tantas turbulências entre familia separação do pai, a mãe incessantemente buscava ajuda para seu filho.Em uma outra escola não aceita a lingua por meio de sinais trabalha com oralismo com ajuda de aparelhos sempre com a tentativa que assim eles aprendiam ouvir e falar sempre acreditando que por meio de sinais a criança ficaria preguiçosa e não desenvolveria a fala. Numa rápida reflexão- como seria a vida daquela criança Cercados de pressão?, sem ter seus direitos respeitados vivendo numa sociedade que acreditava na estimulação de oralismo puro. O filme além de nos levar a fazer uma rica reflexão,nos emociona ao imagnar a pressão que jonas sofria. E se não bastasse ainda a discriminação partia do próprio pai por não entender o problema do filho.O filme trouxe um grande aprendizado na questão que quando não somos informados a umadetermina situação isso nos leva a erros graves causando severas conseguências para a criança ou até mesmo para o adulto.

Consideraçoes.

              A parte linda foi quando finalmente a mãe descobriu  aquele grupos de pessoas surdas se comunicando sorrindo normalmente,os oslhos dela bilharam,alí era a porta que abrira caminho para encontrar uma escola onde seu filho aprendeu se comunicar por meio da linguas de sinais e pode exergar o mundo muito mais lindo, podemos entender que  para a formação acadêmica a uma nescessidade constante de buscarmos conhecimento , afim de evitar certos tipos de erro em uma sala de aula,conhecer as necessidades e respeitar cada um dentro dos seus limites.






Trabalho feito na faculdade Famesp. Disciplina  Libras. Prof. Cleber.




















 





O Alfaiate Desatento

O Alfaiate Desatento


Era  uma vez, a menos de mil quilômetros  daqui, um alfaiate viúvo que vivia com a filha pequena... Apesar de ser um ótimo artesão, era uma pessoa que não prestava atenção em algumas coisas.

Assim, costumava sair à rua com a mesma roupa velha, todas esfarrapadas, que usava o dia in­teiro dentro de casa.As pessoas comentavam: "Um homem que anda tão mal vestido, não pode ser um profissional competente. Esse alfaiate não deve ser bom".Os comentários se espalhavam, e ninguém mais encomendava roupas para o alfaiate, que foi ficando pobre. Um dia, sua filha disse: "Pai, não temos quase nada para comer. O senhor precisa fazer alguma coisa, senão vamos morrer de fome".


O alfaiate foi até' o sótão da casa, onde fazia muito tempo guardava coisas que considerava sem utilidade. Ao remexer nas pilhas empoeiradas, descobriu que entre elas havia objetos de valor. Ele nem se lembrava mais quando os tinha posto ali, nem por quê. Juntou uma porção desses objetos num carrinho e foi vendê-los no mercado da cidade. Com o dinheiro que recebeu, comprou comidas deliciosas para ele e para sua filha.


No caminho de volta para casa ele viu, pendurado na porta de uma tenda, um tecido magnífico, como nunca ti­nha visto. Era inteiro bordado com fios de todas as cores do arco-íris, formando várias figuras distintas. Nele também havia padrões ornamentais com fios de ouro e prata entrelaçados que brilhavam à luz do sol. O alfaiate, maravilhado, resolveu comprar aquele tecido com o dinheiro que havia sobrado.Assim que chegou em casa, esticou o tecido sobre a mesa,

pensou um pouco, e depois cortou e costurou um belíssimo manto que quase arrastava no chão.Quando saiu à rua com aquele manto, as pessoas o rodearam e perguntaram:
- Onde foi que você comprou este manto? No Orien­te, na ilha de J ava?
- Não - respondeu o alfaiate. - Eu mesmo o fiz.

- Então, nós também queremos um manto lindo como este.
E foram levar tecidos para ele, formando uma fila à porta de sua casa. Eram tantas pessoas, e tantos mantos eles fez, que acabou ficando rico.

Mas ele era uma pessoa que não prestava atenção em algumas coisas. Ele não tirava seu manto: costurava com ele, fazia comida, cuidava do jardim.
- Não, eu mesmo o fiz. foram tantas encomendas de casacos, que o alfaiate ficou rico outra vez.
Mas continuava sendo aquele homem que não prestava atenção em algumas coisas. A qualquer tipo de comemo­ração - casamento, batizado, enterro, festa de aniversário -lá ia ele com o casaco.

- Onde foi que você comprou este colete? No Afe­ganistão? Na Terra do Fogo?
- Não, eu mesmo o fiz.

E com tantas encomendas de coletes, o alfaiate ficou rico. Mas, não sei se já lhes contei, ele era uma pessoa que não prestava atenção em algumas coisas. Não tirava o colete para nada, nem mesmo para tomar banho.

Passou-se muito, muito tempo. E o colete ficou em petição de miséria. Pobre mais uma vez, o alfaiate aproveitou o pequeno pedaço de tecido do colete que ainda estava per­feito e sabem o que ele fez? Uma gravata-borboleta. Mas não era uma gravata qualquer. Era tão linda e brilhava tanto, que todos queriam gravatas como aquela.

Depois de muito trabalhar, ele acabou ficando rico. E não deixava de ser aquela pessoa que Não P... A... em A ... Coisas. Nem para dormir ele tirava a gravata.
Passou-se muito, muito tempo. E a gravata ficou torta, ensebada, irreconhecível. O alfaiate ficou pobre 0:-rtra vez, já que ninguém mais lhe fez encomendas.
Mas continuava sendo aquela pessoa que N Prestava A em A C. Por muito, muito tempo. E ele foi pobre.
Desmanchou o botão e ainda sobrou um pedacinho de tecido bem pequenininho, que conservava intactos alguns padrões de fios dourados e prateados, entremeados com to­das as cores do arco-íris, que brilhavam intensamente.
O que o alfaiate fez com aquele pedaço minúsculo que sobrou do magnífico
tecido?

Existem muitas formas de contar a história desse alfaiate.
É por causa dele e do seu botão que este conto sempre foi ­lembrado e continuará sendo contado para sempre, noite e dia, em qualquer lugar do mundo onde haja gente.
Porque sempre vão existir pessoas que não prestam atenção em algumas coisas.
E sempre vão existir coisas que guardam seu brilho num lugar cada vez menor e mais profundo.


Passou-se muito, muito tempo. O manto ficou velho e estragado. As pessoas, vendo-o tão mal vestido na rua, começaram a achar que ele não devia ser um bom profis­sional. E deixaram de fazer encomendas. E ele ficou pobre outra vez.

Certo dia, não tendo nada para fazer, o alfaiate ficou observando o manto e descobriu que ainda havia um pedaço do tecido que não estava estragado. Pôs o manto sobre a mesa, cortou as partes rasgadas, desmanchou as cos­turas, pensou um pouco e fez um lindo casaco, com uma gola enorme.

Quando saiu com o casaco, as pessoas queriam saber: - Onde foi que você comprou este casaco? Na Aus­trália, no pólo norte?



Passou-se muito, muito tempo. E o casaco ficou todo esburacado, cheio de manchas. Ninguém mais fazia en­comendas. Ele ficou pobre. Percebendo que o casaco ainda tinha um pedaço bom de tecido, o alfaiate o desmanchou e fez um colete tão lindo que todos na rua lhe perguntavam:


(Não se preocupem, o conto já está chegando ao fim.)


O alfaiate ainda descobriu na gravata um pedacinho de tecido que podia servir para alguma coisa. E então fez um superutrabelíssimo botão, bem redondo, que costurou na sua roupa velha, no meio do peito. Ninguém notava os farrapos que ele vestia; o botão era tão brilhante e magnífico que todos queriam botões como aquele. E tantos ele fez, que ficou rico.


Pois o contador de histórias que narrou este conto para mim disse que cada um de nós é que tinha que inventar no que o alfaiate transformou aquele paninho precioso, porque esta é uma história que continua com cada um.



FONTE:http://contosafricanosearabes.blogspot.com.br/2008/12/o-alfaiate-desatento.html 

IMAGEM: http://www.robsonpiresxerife.com/notas/muita-linha-no-carretel-quando-o-assunto-e-eleicao/
Este blog possui atualmente:
Comentários em Posts!

Palavra de Vida Clique e Acesse.

CESSE NOSSO SITE

RECADOS PARA SEU BLOG E ORKUT CLIQUE NA FOTO









http://www.assistatvonline.com/

re

Recados para Orkut sobre volte-sempre